Auster, Review, Romance

Sunset Park de Paul Auster

Esta foi a minha primeira experiência com Paul Auster e infelizmente não fiquei fascinada.
A tradução dificultou-me bastante a leitura, encontrei alguns erros e muitas vezes tinha que reler partes. Obviamente a culpa não é do autor mas prejudicou-me um pouco a experiência.

Plot summary:
Durante os meses sombrios do colapso económico de 2008, quatro jovens ocupam ilegalmente uma casa abandonada em Sunset Park, um bairro perigoso de Brooklyn.
Bing, o cabecilha, toca bateria e dirige o Hospital das Coisas Escangalhadas, onde conserta relíquias de um passado mais próspero. Ellen, uma artista melancólica, é assaltada por visões eróticas. Alice está a fazer uma tese sobre a forma como a cultura popular encarava o sexo no pós-guerra. Miles vive consumido por uma culpa que o leva a cortar todos os laços familiares. Em comum têm a busca por coerência, beleza e contacto humano.
São quatro vidas que Paul Auster entrelaça em tantas outras para criar uma complexa teia de relações humanas, num romance sobre a América contemporânea e os seus fantasmas. 

Nesta história, capa capítulo descreve a vida/sentimentos de cada uma das personagens: Miles, Morris, Willa, Mary-Lee Swann, Ellen, Alice, Bing. E, como estes lidam com as suas dificuldades económicas, mas também psicológicas. Devido às grandes dificuldades económicas decidem mudar-se para uma casa abandonada em  Sunset Park. Nesta casa ficamos a conhecer as lutas pessoais que cada um está a passar e que guardam para isso mesmos. Este livro transmite a ideia de que podemos ver/viver com uma pessoa todos os dias e não sabemos o que se passa com ela.

Quotes

LaPoma, Jonathan

We shared the same sense of adventure, the same sense of wonder, the same general curiosity and marvel of life. But we also shared the same detachment, the exhaustion, and the same lack of tools to survive life in society. Even so, nobody was keeping us down.

LaPOMA, Jonathan, Developing Minds

Filosofia, Martin, Nusbaum

The SINK by Walter Nusbaum & Daren Martin

So, when I started this book I was a little worried about the theme. On the beginning, I read the synopsis on the back cover of the book and thoughts came to my head about what I could expect about this reading, and let me tell you that it was fascinating.

Let me begin to speak about the slogan “LEAVE THINGS BETTER THAN YOU FOUND THEM”. The authors explain that a simple gesture can make a change in a life or even in the world, so, we must give it attention, we must see beyond… and here we encounter the reason of the title “SINK”. Yes, it is what you may be thinking, it’s a SINK. And how a simple conversation/moment near the SINK took good proportions and good changes.

And I can tell this: you can see beyond when you read this book and I agree with the authors when they tell us that simple things can make greater people, jobs and all we can think of. So, this book can make a change in a workplace or even in a school, because in these two places people don’t think about the consequences, don’t think about the others.

Another thing that I liked about this book was the design. The design is beautiful and makes the reading a lot better, because it’s always happening something. When you turn the pages, you have big letters, beautiful colors, some references… it’s like the book it’s interacting with you.

The objective of this book is achieved, because, in the end, I stopped to think. Think about my family, my friends. And that’s all that counts. So, it was a good and influencing philosophy.

Every single day we tried to be better, but that’s enough?
Think about that, and please get this book.

Publicado por Helena como autora no blog MaggieBooks.

 

Quotes

Auster, Paul

(…) e, quando ela pensa nessa geração de homens silenciosos, nos rapazes que passaram pela Grande Depressão e cresceram para se tornarem soldados ou não-soldados na guerra, não os censura por se recusarem a falar, por não quererem regressar ao passado, mas que curioso que é, pensa ela, quão sublimemente incoerente é o facto de a geração dela, ter produzido homens que nunca param de falar (…)

−Auster, Paul, Sunset Park