Fantasia, Ficção científica, Meredith

Aaru by David Meredith

Plot summary:
“…Death and the stillness of death are the only things certain and common to all in this future…” 
-Friedrich Nietzsche
Rose is dying. Her body is wasted and skeletal. She is too sick and weak to move. Every day is an agony and her only hope is that death will find her swiftly before the pain grows too great to bear.  She is sixteen years old.
Rose has made peace with her fate, but her younger sister, Koren, certainly has not. Though all hope appears lost Koren convinces Rose to make one final attempt at saving her life after a mysterious man in a white lab coat approaches their family about an unorthodox and experimental procedure. A copy of Rose’s radiant mind is uploaded to a massive super computer called Aaru – a virtual paradise where the great and the righteous might live forever in an arcadian world free from pain, illness, and death. Elysian Industries is set to begin offering the service to those who can afford it and hires Koren to be their spokes-model.
Within a matter of weeks, the sisters’ faces are nationally ubiquitous, but they soon discover that neither celebrity nor immortality is as utopian as they think. Not everyone is pleased with the idea of life everlasting for sale.
What unfolds is a whirlwind of controversy, sabotage, obsession, and danger. Rose and Koren must struggle to find meaning in their chaotic new lives and at the same time hold true to each other as Aaru challenges all they ever knew about life, love, and death and everything they thought they really believed. 

Review:
For starters, I have to say that I found the idea of Aaru amazing. This book shows us and makes us questioning: What comes after we die? Is there something more?
Aaru shows what could happen if we created a technology that would upload the souls and conscience of our loved ones to a database and in there they can live forever, they can be immortal in a digital world.

Banda desenhada, Fantasia, Ficção científica, Graphic Novels, Jodorowsky, Moebius, Review

O Incal Negro de Alejandro Jodorowsky & Moebius (Ilustrador)

Plot summary:
O Incal é uma saga de ficção científica escrita por Alejandro Jodorowsky e ilustrada por Moebius. 
Em um distante futuro imaginário, o detetive particular John Difool recebe um cristal muito poderoso, o Incal Branco, das mãos de um alienígena moribundo. O Incal é disputado por diversas facções: os alienígenas, o governo, os rebeldes e uma seita tecnológica que adora o Incal Escuro. Em fuga, John Difool e seu pássaro de estimação, uma “gaivota do concreto”, são forçados a juntar forças com outras pessoas que também procuram o Incal: o Metabarão, as irmãs Animah e Tanatah, Solune (um messias andrógino) e Kill, um mercenário com cabeça de cachorro.

Review:
Esta banda desenhada é uma ficção científica/fantasia onde encontramos de tudo: extraterrestres, cientistas, monstros, amor, guerras e etc. A história transmite algum mistério em relação ao mítico Incal, mas a ilustração de Moebius chama mais à atenção.

Nesta história acompanhamos o Detective John Difool, o protagonista, numa luta pela sua sobrevivência. Toda a gente o persegue por ter em sua posse o misterioso Incal. A primeira cena, apresenta-nos o detective, num episódio mirabolante que será chave para o desenrolar da história. Existem muitas personagens, mas como em todas as histórias, umas são mais memoráveis do que outras. Os mais marcantes para mim são os vilões, monstros e grandes criaturas, como por exemplo o Metabarão.

Fantasia, Ficção científica, Review, Roth

Gravar as Marcas de Veronica Roth

Plot summary:
Numa galáxia dominada pela corrente, todos têm um dom.
Cyra é a irmã do tirano cruel que governa o povo de Shotet. O dom-corrente de Cyra confere-lhe dor e poder, que o irmão explora, usando-a para torturar os seus inimigos. Mas Cyra é muito mais do que uma arma nas mãos do irmão; é resistente, veloz e mais inteligente do que ele pensa.
Akos é filho de um agricultor e do oráculo de Thuvhe, a nação-planeta mais gelada. Protegido por um dom-corrente invulgar, Akos possui um espírito generoso e a lealdade que dedica à família é infinita. Após a captura de Akos e do irmão, por soldados Shotet inimigos, Akos tenta desesperadamente libertar o irmão, com vida, custe o que custar.
Então, Akos é empurrado para o mundo de Cyra, onde a inimizade entre ambas as nações e famílias aparenta ser incontornável. Ajudar-se-ão mutuamente a sobreviver ou optarão por se destruir um ao outro?

Review:
Quando comecei este livro tinha grandes expectativas. A ideia/tema tinha tudo para ser bom. Estas expectativas, infelizmente, não se concretizaram.

A história é desenvolvida num planeta distante, os seus habitantes têm dons que, para uns são bons, e para outros são um grande fardo. Para uma das personagens principais, Cyra, é um grande fardo, pois provoca dor nas pessoas. 
A ideia desta história é muito boa, as personagens, as diferentes civilizações, mas depois perde todo o encanto no desenvolvimento.

Na leitura deste livro senti que parecia que a história nunca mais acabava.  Os eventos desenvolvem-se de forma bastante lenta, o que acabava por se tornar cansativo. A sensação com que ficamos é que parece que só acontece alguma coisa de 50 em 50 páginas. E, assim, acontecimentos que nos podiam agarrar acabam por se tornar secantes.
Durante todo o livro as coisas que não precisavam de ser prolongadas, foram prolongadas e depois no final foi tudo contado a correr. E conseguimos mesmo ver isso até pelo tamanho dos capítulos, inicialmente são capítulos de 20 a 30 páginas e no final temos capítulos de 4 a 5 páginas.
Senti que o final desta história merecia mais, merecia ser melhor explicada.

A minha cotação para este livro concentra-se bastante nas suas personagens. Gostei da sua caracterização, as marcas no corpo que simbolizam as mortes; umas personagens transmitem tranquilidade e outras prevêem o futuro… 
E também achei interessante o conceito de destino, onde encontramos a definição de que qualquer pessoa pode ter um destino, mas não um futuro. 

2 estrelas, foi uma leitura um pouco cansativa, as personagens é que ainda foram salvando a história. Aconselho este livro para ler em conjunto com outros e não para ler de seguida. Se houver um segundo livro, vou querer lê-lo só pela curiosidade do que pode ou não acontecer às personagens numa nova fase das suas vidas.

Esta opinião tem o apoio da Harper Collins Portugal.

Publicado por Helena como autora no blog MaggieBooks.

Clássicos, Ficção, Ficção científica, Golding, Review

O Deus das Moscas de William Golding

Plot summary:
Publicado originalmente em 1954, O Deus das Moscas é um dos mais perturbadores e aclamados romances da atualidade.
Um avião despenha-se numa ilha deserta, e os únicos sobreviventes são um grupo de rapazes. Inicialmente, desfrutando da liberdade total e festejando a ausência de adultos, unem forças, cooperando na procura de alimentos, na construção de abrigos e na manutenção de sinais de fogo. Porém, à medida que o frágil sentido de ordem dos jovens começa a fraquejar, também os seus medos começam a tomar sinistras e primitivas formas. De repente, o mundo dos jogos, dos trabalhos de casa e dos livros de aventuras perde-se no tempo. Agora, os rapazes confrontam-se com uma realidade muito mais urgente – a sobrevivência – e com o aparecimento de um ser terrível que lhes assombra os sonhos.

Review:
Bem, toda a gente com quem falei durante a Feira do Livro de Aveiro dizia que este livro era muito bom, por isso, tinha grandes expetativas quando o comecei a ler. Mas tenho de confessar que esperava mais, esperava mais devido a todos os elogios que ouvi.

Eu gostei do livro, mas acho que teria gostado mais se não tivesse ouvido todas as opiniões sobre ele. A leitura foi bastante acessível e fluída e estão sempre coisas a acontecer, li este livro num dia basicamente.